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Que extensão deve ter um CV?

Uma página ou duas, quando a regra muda e o que cortar se passar.

Atualizado 28 de junho de 20264 min de leitura

Duas páginas, a não ser que tenha uma razão. É a resposta inteira para quase toda a gente, e as razões são mais estreitas do que se pensa.

Uma página

Menos de cerca de cinco anos de trabalho, uma mudança de área em que a maior parte do percurso já não é relevante, ou uma candidatura num mercado que o espera — os Estados Unidos em particular, e alguns programas de entrada em consultoria e finanças em qualquer país.

Duas páginas

Todos os outros. Duas páginas chegam para quinze anos de trabalho se for disciplinado com os primeiros cargos, e é a extensão que a maioria dos recrutadores na Europa espera receber.

Três ou mais

CV académicos, CV médicos e algumas candidaturas de topo no setor público, onde publicações, financiamentos ou atividade clínica precisam mesmo de ser listados. Se não é o seu caso, três páginas significam que o CV ainda não foi editado.

O que cortar, por ordem

  1. A morada. A cidade e o país chegam, e uma morada postal completa é um pequeno risco de privacidade sem benefício nenhum.
  2. Tudo com mais de cerca de quinze anos. Junte numa linha: «Cargos anteriores em X, Y e Z, 2004–2011».
  3. As tarefas que se repetem entre cargos. Diga uma vez, no mais recente.
  4. Os passatempos, a não ser que um deles seja mesmo relevante ou suficientemente invulgar para dar conversa.
  5. A linha «Referências a pedido». Toda a gente sabe.
  6. As habilitações do secundário, assim que tiver uma licenciatura ou dez anos de trabalho.